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Segunda-feira, 30 / 06 / 08

tokio hotel 29-06-08

Tokio Hotel no Pavilhão Atlântico [reportagem + fotos]
 

Banda alemã recebida com histeria e devoção. Depois do concerto cancelado em Março, desta vez os Tokio Hotel apareceram mesmo.

 
Ao entrar no Pavilhão Atlântico, em dia de vai ou racha para os Tokio Hotel, não é o movimento de gente que impressiona. As bancadas estão cheias - de fãs e de cartazes, quase todos escritos em alemão - mas a plateia encontra-se bastante rarefeita. O que impressiona, mal se transpõe as portas da maior sala de espectáculos de Lisboa, é o som.

As jovens que se concentram frente ao palco - possivelmente, as mesmas que acamparam uma semana frente ao Atlântico e se transformaram em motivo de reportagem em todas as televisões - unem-se num inacreditável grito colectivo de cada vez que a música ambiente deixam de se ouvir. Julgando que Bill Kaulitz, Tom Kaulitz, Georg Listing e Gustav Schäfer, os adolescentes que há oito anos criaram os Tokio Hotel, estão prestes a entrar em palco, as espectadoras mais afoitas abrem a goela e produzem um som tão alto e agudo que se diria capaz de perfurar ouvidos menos preparados.

Os ânimos estiveram ao rubro no Pavilhão Atlântico


Dizemos "elas" porque, como seria de esperar, a esmagadora maioria do público é feminino. Há mulheres (mães que acompanham as filhas e, em muitos casos, também conhecem as letras), raparigas adolescentes e muitas, muitas meninas, como a criança de oito anos que vimos de mini-saia branca, leggings pretos com a palavra "sexy" estampada e lábios pintados de batom negro. A seu lado, a mãe acode-lhe nos momentos de maior excitação.

À hora marcada, os rapazes que todas estas raparigas queriam ver - desde Março, altura em que o primeiro concerto foi cancelado - entram em palco e provocam, naturalmente, o exacerbar da gritaria registada até então.

Véu corrido sobre o palco, um pouco à semelhança do que aconteceu, recentemente, no concerto dos 30 Seconds To Mars naquela mesma sala, e o cenário desvenda-se em toda a sua elaboração. Vários andares - parece que estamos num teledisco de hard-rock dos anos 80 - um interessante jogo de luzes e um palanque onde Bill Kaulitz, a estrela da noite, cantará vários dos temas, em modo diva.

Bill Kaulitz é o centro de todas as atenções




Improvável estrela pop, o alemão de 18 anos mostrar-se-ia comunicativo com as fãs, apesar do débil inglês que mostrou falar, nas estudadas intervenções antes de algumas músicas. Vestido de preto e vermelho, Bill Kaulitz - figura mirrada, cabelo espetadíssimo e olhos carregados de eyeliner negro e sombra cinza - é claramente o centro das atenções, apesar das muitas declarações de amor que, um pouco por todo o recinto, contemplam os outros membros da banda.

"Break Away", a primeira música da noite, mal se ouviu graças aos gritos das fãs; "Final Day", que se lhe seguiu, mostrou Bill Kaulitz a descer a escadaria, do palanque para o piso térreo do palco, com a perícia de quem pisa uma passerele. Enquanto o vocalista glamouroso,
que começou a carreira numa espécie de mini Chuva de Estrelas a cantar "It's Raining Men" , debita letras emocionais com que todas as jovens presentes se podem identificar, a banda acompanha-o em registo quase nu-metal.

"Live Every Second" transforma-se em hino juvenil, com o público a vibrar com a mensagem de inconformismo e o quarteto a banhar-se na adulação juvenil, enquanto "Love Is Dead" faz com que brotem, no ecrã gigante ao fundo do palco, chamas diabólicas que, provavelmente, correspondem àquilo que arde sem se ver.





Num alinhamento generoso, não faltaram vários temas em alemão - que mesmo as mais catraias acompanharam sem hesitações - e uma mão cheia de baladas à moda antiga, como "Don't Jump", com Bill Kaulitz de novo em cima do palanque, ou a obrigatória "Monsoon", acompanhada por imagens de nuvens de borrasca no ecrã gigante.

Curiosa foi a projecção de um pequeno filme, enquanto os músicos se retiraram para trocar de roupa ou, quem sabe, espreitar o resultado da final do Europeu. Nessas imagens, via-se a banda a fazer compras e a escolher roupa, mas também a passear com t-shirts dos Foo Fighters, assinar maminhas de fãs e jogar matraquilhos. A ideia de "vida na estrada", tão dura e tão doce, parece cara à banda, até nesse ponto seguidora de uma certa iconografia hair-metal dos anos 80.

Orgulhosamente despida para a banda


Bill Kaulitz e o irmão gémeo, Tom (à esquerda)


No primeiro dos encores, os Tokio Hotel brindaram o público com duas baladas à guitarra acústica, dedilhada por Tom Kaulitz; antes de "Rescue Me", o seu irmão-gémeo, Bill, levou mais umas almas ao delírio, ao recolher um dos muitos peluches que as fãs lhe haviam atirado (o seleccionado foi um cão).

A derradeira despedida, com "By Your Side", descambou em chuva de confetis e no aparecimento súbito de vários pequenos cartazes com o símbolo do clube de fãs dos Tokio Hotel em Portugal e a legenda "wir sind hier" (nós estamos aqui). Bombástico e emotivo, foi o final adequado para uma matiné que as fãs tão cedo não esquecerão.

As admiradoras atiraram para o frente do palco todo o tipo de "recuerdos"


As fãs portuguesas não se mostraram tímidas na hora de escrever mensagens para a banda


 

 Antes do concerto a expectativa das fas pelo concerto era assim:

 

 

 

 

Fotos das fas a dormir no pavilhao atlantico!!!

 

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Os alemães Tokio Hotel actuaram este Domingo no Pavilhão Atlântico, em Lisboa. A banda de Bill Kaulitz estreou-se em nome próprio no nosso país, depois da passagem pelo festival Rock In Rio. Ao contrário do que aconteceu em Março último, quando o grupo cancelou a actuação na mesma sala lisboeta, devido a problemas de voz do vocalista, desta vez não havia lotação esgotada à espera dos rapazes. Ainda assim, a moldura humana não terá mudado muito. Senão veja-se: a média de idades rondava ao 15 anos (ou menos), o estilo era aproximado ao emo (com olhos e unhas pintadas de negro e o preto a dominar a cor das vestimentas) e as raparigas estavam presentes em clara maioria e acompanhadas pelas mães, já que os pais, esses, provavelmente ficaram em casa a assistir à final do Campeonato da Europa em Futebol.

Ainda o colectivo não tinha entrado na sala e a gritaria já era ensurdecedora. Quando o pano branco que estava a tapar o palco caiu, foi a histeria generalizada. Bill Kaulitz (voz), Tom Kaulitz (guitarra), Gustav Schäfer (bateria) e Georg Listing (baixo) deram início à actuação ao som do rock emo de 'Break Away' e 'Final Day'. «Olá! Como estão? Da última vez fiquei muito triste, por não poder realizar o concerto. Hoje estou muito feliz por estar aqui», referiu o vocalista no início do concerto. No palco havia três ecrãs gigantes, dois nas laterais e o terceiro ao fundo, nos quais eram transmitidas imagens em tempo real e algumas delas pré-gravadas. Atrás da banda uma enorme escadaria dupla, no topo da qual havia uma plataforma, à qual Bill subiu por inúmeras vezes. As fãs não deram descanso às gargantas nem por um instante e da primeira à última música os gritos agudos foram uma constante, sendo que as letras, mesmo as que a banda canta em alemão, estavam mais do que na ponta da língua. A devoção dos, ou melhor das, seguidoras é tal que qualquer palavra de Bill Kaulitz dirigida ao público originava uma gritaria ainda maior. Algumas delas estiveram literalmente acampadas à porta do pavilhão durante uma semana. Por todo o Pavilhão Atlântico havia cartazes com mensagens de apoio à banda, com dizeres como "os verdadeiros fãs voltam sempre", "amamos o Gustav", "Tokio Hotel para Sempre" ou simplesmente "obrigado". Tal como seria de esperar, os êxitos 'Don't Jump', 'Scream', 'Ready, Set, Go' e, sobretudo ¿Through The Monsoon' (nas palavras de Bill «a vossa canção») foram as canções mais aplaudidas da noite.

É inegável a máquina por detrás dos Tokio Hotel. O palco é grandioso, o sistema de som idem e o desenho de luz não fica atrás. O profissionalismo da banda é também digno de referência. Nota negativa apenas para algumas frases e expressões com pouca naturalidade do vocalista, quando se dirige aos seus seguidores, o que leva a crer que o discurso foi preparado.

Os TH ainda haviam de voltar ao palco para dois encores e descansem as fãs que não puderam marcar presença neste espectáculo no Pavilhão Atlântico, pois os alemães de maior sucesso do momento prometeram voltar. Alemanha até pode ter perdido o Campeonato da Europa de Futebol, mas Bill Kaulitz e companhia fizeram um brilharete em Lisboa.


O alinhamento do espectáculo foi o seguinte:

Break Away
Final Day
1000 Oceans
Live Every Second
Love Is Dead
Wo Sind Eure Haende
Scream
Black
On The Edge
Ready, Set , Go
Totgeliebt
Geh
Don't Jump
Raise Your Hands
Through The Monsoon

1º encore
Nach Dir Kommt
Rescue Me

2º encore
By your Side

 

Foi assim o concerto dos tokio hotel no pavilhao Atlantico!!!

 

publicado por Liliana +.+ às 16:01
Segunda-feira, 30 / 06 / 08

concerto dos tokio hotel no pavilhao atlantico!!!

Tokio Hotel: gritos e lágrimas em família

Banda alemã regressou ao Pavilhão Atlântico e levou ao êxtase os jovens fãs

Tokio Hotel no Pavilhão Atlântico.
 
 
Tokio Hotel no Pavilhão Atlântico
 
 
 
Tokio Hotel no Pavilhão Atlântico
 
 
 
Tokio Hotel
 
 
 
Tokio Hotel
 
 
 
Tokio Hotel
 
 
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Tokio Hotel
 
 
 
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Tokio Hotel
 
 
 
Tokio Hotel
 
 
 
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Tokio Hotel
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Há já uma semana que uma das partes laterais do Pavilhão Atlântico estava «pintada» em tons coloridos de laranja, amarelo e azul. As tendas de campismo foram multiplicando-se como cogumelos à medida que o concerto dos Tokio Hotel se aproximava.

 

Foram vários dias de espera para algumas centenas de jovens fãs, na sua maioria do sexo feminino e com idades que não ultrapassavam os 17 anos. Neste acampamento montado sobre o piso de cimento não faltou ainda a presença de alguns pais que quiseram apoiar de perto a dedicação dos filhos à banda alemã.

Loucura? «Não, eu quando tinha a idade delas também gostava muito dos Modern Talking. E na altura dos meus pais, eram os Beatles», afirmava uma mãe que veio do Porto com as duas filhas e dormiu desde quarta-feira à porta do Pavilhão Atlântico.

Chegado o dia D, desmontaram-se as tendas, enrolaram-se os colchões e ficaram os pais, de fora, a guardar as mochilas destes campistas de ocasião. Os que puderam, conseguiram um lugar bem à frente do palco; uma espécie de medalha de ouro para qualquer fã que se preze.

Lá dentro, as bancadas estavam completamente cheias, e melhor compostas do que a plateia, embora seja sempre bom ter algum espaço em redor, especialmente quando existem milhares de fãs prontas para gritar até à exaustão. E foi mesmo assim que começou este concerto: aos gritos. No regresso ao Pavilhão Atlântico, depois do cancelamento à última da hora em Março, os Tokio Hotel foram recebidos em êxtase.

Ao vislumbrar das primeiras silhuetas de Bill, Tom, Gustav e Georg, a berraria foi tanta que no exterior, aqueles que passeavam calmamente pelo Parque das Nações, devem ter pensado que alguma desgraça tinha acontecido. Mas não, eram apenas os Tokio Hotel a entrar em palco, pelas 19h30, ainda o sol brilhava, para o início do segundo concerto em Portugal no espaço de um mês.

A resistência dos tímpanos foi testada durante cerca de hora e meia. A cada gesto, a cada sorriso do andrógeno Bill Kaulitz, o público feminino reagia inevitavelmente gritando o mais alto possível. Num espectáculo mais elaborado do que o do Rock in Rio, os fãs tiveram a oportunidade de ver a sua banda favorita num palco apetrechado com três painéis gigantes e um jogo de luzes digno das grandes estrelas.

Também os fãs se esmeraram e, para além de todo o apronto nas vestimentas e na maquilhagem, enfeitaram os balcões do pavilhão com cartazes e faixas com mensagens na língua de Goethe, dando as boas-vindas de volta ao nosso país e declarando paixões, umas mais tórridas que as outras. Será que a loucura em volta da banda já levou a um aumento das inscrições nas aulas de alemão?

O que é certo é que não houve tema que não fosse cantado em coro pelo público, quer em inglês ou alemão. «Scream», «Ready, Set, Go!» e «Geh» foram apenas alguns dos muitos êxitos que animaram uma plateia composta por muitas crianças e pré-adolescentes que já veneram os Tokio Hotel.

Lágrimas foi o que também não faltou neste concerto, sobretudo durante a inevitável «Monsoon», banda sonora deste verdadeiro fenómeno à escala europeia. Nem os pais escaparam ao refrão da canção mais conhecida dos Tokio Hotel e cantaram juntamente com os filhos. Era o clímax já esperado, mas nem por isso menos eficaz.

No regresso para o primeiro encore, os Tokio Hotel chegaram-se bem à frente do palco, interpretando dois temas em versão acústica. Bill agarrou-se a um urso de peluche, uma das muitas oferendas atiradas pelos fãs para o palco, e contou mais uma vez com o coro de vozes femininas da plateia em «Rescue Me».

«By Your Side», com direito a confettis, foi entoado num banho de lágrimas, com os fãs a levantarem bem alto cartazes com corações desenhados. Era o tema final de um concerto que terminou a horas «decentes» para os pais que têm que trabalhar esta segunda-feira e que às 21h00 esperavam os filhos à porta do Pavilhão Atlântico com sacos do McDonalds ou caixas da Pizza Hut.

música: concerto
publicado por Liliana +.+ às 14:45
Segunda-feira, 30 / 06 / 08

A outra!!!!

 

Maria desmascara a mãe
A jovem projecta um filme com a mãe e os irmãos e tem provas de ADN de que Teresa é Beatriz.
O aniversário de Duarte estava planeado para ser uma festa memorável. No entanto a rebeldia e a inconsciência de Maria deita tudo a perder. Com todo o carinho a arquitecta prepara uma festa surpresa ao irmão mais novo e dá-lhe um presente que dita o fim da festa. Quando Duarte abre o presente de Maria, Teresa fica apavorada… Um filme com imagens suas e dos filhos… Apavorada ela foge para o jardim Maria diz a João que tem as roupas ensanguentadas de Beatriz quando foi atacada pelo leão e que vai envia-las para um laboratório. Mas o pior ainda esta para vir. Kiko fica alterado com as imagens que viu e refugia-se na bebida
publicado por Liliana +.+ às 14:41
Segunda-feira, 30 / 06 / 08

BrAVO

Tokio Hotel
Tokio Hotel
Os Tokio Hotel levaram o Pavilhão Atlântico ao êxtase! Ontem, dia 29 de Junho, a promessa foi cumprida, e depois do cancelamento do concerto em Março, os quatro alemães regressaram e encantaram! Gritos, lágrimas, e muita emoção foi o que não faltou! Um momento inesquecível para todos que o viveram!
 
 
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30-06-2008

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De vento em popa, é assim que vai a relação da Nereida e do Cristiano Ronaldo. Depois das férias por Itália, com amigos e familiares do português, agora é a vez de ele ir até Palma de Maiorca conhecer os sogros. Depois começa nova época de futebol, onde esperamos que o Ronaldo continue com muito sucesso!

 

 

 

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A actriz Lindsay Lohan descobriu recentemente que tem uma meia irmã. Segundo a imprensa americana, o pai da Lindsay teve uma filha fora do casamento, o que só há pouco tempo soube e admitiu. Quem as conhece diz que as irmãs são muito parecidas.

 

 

 

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Ela fez as delícias dos fãs no concerto de homenagem ao Nelson Mandela, na Sexta-feira, e no Festival de Glastonbury, no Sábado. Mas como não podia deixar de ser, é notícia porque neste concerto agrediu um fã. Ao que parece defendeu-se depois de este a ter tentado agarrar pelo cabelo.

 

 

 

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Depois do sucesso do CD de estreia, que vendeu mais de 80 mil discos, sai hoje o DVD de Coreografias e Karaoke das Just Girls! Ou seja, além de todos os concertos que elas têm agendados para este Verão, agora vais poder dançar e cantar com as Just Girls sempre que te apetecer!

 

 

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A Espanha venceu o Euro 2008, precisamente à selecção que eliminou Portugal: a Alemanha. Com um golo do giraço Torres, a Espanha foi um justo vencedor e no país vizinho a festa fez-se até de manhã! Quanto a Portugal, para quê ganhar o Euro, se podemos ganhar o Mundial em 2010? ;)

 

publicado por Liliana +.+ às 14:35
Segunda-feira, 30 / 06 / 08

novidades

Cristiano Ronaldo excluído da "equipa ideal" do Euro

 

Cristiano Ronaldo excluído da equipa ideal do EuroConsiderado por muita gente como "o melhor do mundo", o futebolista português Cristiano Ronaldo ficou de fora do grupo restrito dos 23 jogadores que, segundo a UEFA, constituem a "equipa ideal" do Euro 2008.

Apenas dois elementos da Selecção Nacional (os defesas Pepe e José Bosingwa) fazem parte da lista dos "melhores", hoje divulgada. E nem sequer Deco conseguiu ser eleito.

Os três guarda-redes escolhidos foram o espanhol Iker Casillas, o italiano Buffon e o holandês Van der Saar.

Na defesa, temos os portugueses Pepe e Bosingwa, os espanhóis Carlos Marchena e Puyol, o alemão Phillip Lahm e o russo Yuri Zhirkov.

No meio campo, a equipa de especialistas da UEFA elegeu os espanhóis Marcos Senna e Xavi Hernández, o russo Constantin Zyryanov, o croata Modric e o turco Altintop.

Na zona mais avançada do meio campo figuram os espanhóis Ceso Fabregás e Andres Iniesta, os alemães Balack e Podolski e o holandês Wesley Sneijder.

Finalmente, o ataque ideal é formado pelos espanhóis David Villa e Fernando Torres e pelos russos Arshavin e Roman Pavlyuchenko.

Para a UEFA, o melhor jogador do torneio foi o espanhol Xavi Hernández.

 

 

Uma Thurman noiva de milionário suíço

 

Uma Thurman noivaUm porta-voz da actriz Uma Thurman confirmou que a estrela de "Pulp Fiction" está noiva do milionário suíço Arpad Busson.

Eles conheceram-se durante um jantar em Milão, há cerca de um ano, e imediatamente começaram a namorar.

Para oficializar o noivado, Arpad, ex-namorado da modelo australiana Elle Macpherson, mãe dos seus dois filhos, ofereceu a Uma Thurman um valioso anel de diamantes.

A ir avante, este será o terceiro casamento de Uma Thurman, de 38 anos. A actriz já foi casada com os actores Gary Oldman, entre 1990 e 1992, e com Ethan Hawke, pai dos seus dois filhos, entre 1998 e 2004.

Conhecido empresário e filantropo europeu, Arpad Busson preside ao grupo financeiro EIM, com sede em Londres.

 

 

Suicídio, crime ou acidente?

 

Suicídio, crime ou acidente? A modelo russa Ruslana Korshunova, de 20 anos, foi encontrada morta no sábado, depois de cair de uma janela do seu apartamento no centro de Manhattan, em Nova Iorque.

Testemunhas disseram que viram a manequim saltar para a rua a partir de uma janela do 9º andar e a polícia, sem descartar hipóteses de crime ou acidente, inclina-se, neste momento, para a tese de suicídio.

Vizinhos e amigos recusam-se, no entanto, a acreditar que a jovem se tenha matado. O porteiro, por exemplo, disse que Ruslana parecia feliz ao chegar a casa na noite do drama. "Ela sorria e não apresentava nenhum sinal de depressão", declarou Mahmoud Nakeeb. "Era uma rapariga muito doce e sempre sorridente", acrescentou o porteiro.

Considerada uma das musas da moda, Ruslana foi capa de revistas como a "Elle" e a "Vogue", desfilou para estilistas famosos como Betsey Johnson e Jill Stuart e integrava a lista da agência IMG, a mesma das modelos Heidi Klum e Kate Moss.

 

publicado por Liliana +.+ às 14:30

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